Não há mais tempo!



Não dá para concordar com o que está se tornando rotina durante as madrugadas em Macapá.

Não é possível que o sossego público seja trocado pela falsa alegria de alguns embebedados e outros que, valendo-se da falta de fiscalização, possibilitam, durante a madrugada, verdadeiras festas públicas sem regras, no centro da cidade, em ambientes conhecidos como “24 horas”.

É preciso que o poder público tome uma posição, primeiro avaliando a situação e, certamente, entendendo que há um erro primário na permissão ou permissividade, o que está tornando insuportável morar em alguns pontos de Macapá.

O poder de polícia precisa ser exercitado. As irregularidades precisam ser corrigidas. Não é razoável permanecer essa situação e muito menos exigir da população que aceite passivamente, sob a alegação de que faltam agentes credenciados para exercer o poder de polícia previsto nas regras da República.

Não é de agora o problema, mas também não é por isso que o poder público teria o direito de ignorá-lo.

Ele está posto, desafiando a competência e as atribuições das autoridades públicas, além de ser um grave agente que está piorando a qualidade de vida e azucrinando a paciência de pessoas que simplesmente acreditam no que manda a lei.

Basta uma inspeção coordenada para se ver de tudo: desde a quebra do sossego noturno, até a utilização das vias públicas para satisfazer necessidades para as quais jamais fora planejada.

Agir é o verbo.

Não dá mais para conviver nesse ambiente de confronto entre os que insistem em exercer o proibido e aqueles que não concordam com os riscos que todos passam a enfrentar, com consequências nos registros de mortes violentas no trânsito e nos confrontos entre pessoas.

A situação é cada vez mais grave e cada vez mais preocupante.

E, portanto, não há mais tempo para esperar!

Por Josiel Alcolumbre

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